Rota da Capela dos Anjos

  • A Rota da Capela dos Anjos percorre calçadas antigas e medievais, caminhos usados em tempos passados pela população que tinha na zona mais fértil, Ribeira do Mondego, os seus terrenos agrícolas.

    Durante o percurso existem vários pontos de interesse, alguns deles bastante peculiares, destacando-se a Ribeira do Mondego e a Capela dos Anjos, esta última que se encontra em ruínas mas que é de grande importância devido ao seu enquadramento na história recente da freguesia.

    A beleza paisagística desta rota é marcada pela conjugação do granito com a beleza criada pela formação quartzítica, pela variedade de flora e fauna existentes e pela beleza dos recantos inóspitos que parecem quase intocados pelo homem.

    Características

    Localização: Carviçais, Torre de Moncorvo
    Tipo: circular
    Extensão: 17 Km
    Duração média a pé: 04h30
    Dificuldade: Elevada
    Âmbito: Desportivo, Cultural e Ambiental
    Época Aconselhada: Outono Inverno

    Coordenadas Geográficas:
    41°10'56.72"N
    6°53'37.90"W

    RECOMENDAÇÕES AO CAMINHANTE

    • Informe-se sobre as condições meteorológicas locais.
    • A preparação física deve ser adequada ao percurso que vai fazer.
    • O equipamento, a levar, deve tomar em consideração as condições meteoroló- gicas e a duração da caminhada.
    • Não parta excessivamente vestido.
    • A hora de partida deve ser tomada em conta para que o percurso seja per- corrido durante o dia.
    • Ande lenta e progressivamente sem se cansar.
    • Caso seja apanhado por alguma dificuldade, meteorológica ou outra, deve manter a calma e se necessário abortar a caminhada. Durante um temporal, abandone os cumes das montanhas e os pontos expostos, não se abrigue debaixo de árvores e liberte-se de objectos metálicos.
    • Recorra às novas tecnologias e faça por manter sempre o contacto com alguém que esteja em zona povoada.
    • Seja sincero consigo mesmo e não se sobrevalorize. Evite riscos inúteis.
    • Mantenha-se sempre concentrado.
    • Coma pouco e muitas vezes e beba de modo a nunca sentir fome ou sede.
    • Quando a caminhada é feita em grupo, não permita que este se disperse demasiado. O contacto visual entre os elementos do grupo é fundamental.
    • Atenção, durante a época de caça, alguns percursos podem ser perigosos.
  • Fraga Resbalosa

    Fraga escorregadia onde outrora os miúdos da escola se deslocavam para ir escorregar.

    Presa

    Zona de blocos graníticos de grande dimensão.

    Fraga da Sineta

    Bloco granítico com uma cavidade perfurada para o seu interior, com cerca de 1m, onde ao colocar-se um pau e batendo, se ouve o som de uma sineta a tocar.

    Chelindrão da Presa

    Monólito sui generis e de grande dimensão possuindo em redor um conjunto de blocos graníticos esféricos, circundantes e invulgares com covinhas singulares que imprimem ao local um sentimento misterioso e lendário. A lenda popular denominava-os de “5 penedos”.

    Malgas da Presa

    Local onde se encontram covinhas singulares em bloco granítico, semelhantes a malgas. Conta a lenda que as concavidades de alguns monolíticos arredondados seriam “tigelas onde os mouros comiam”, acrescentado que o facto de estarem invertidas sugere “louça arrumada”, pois o bloco rodando, pôr-se-ia na posição adequada à refeição, volvendo-se de novo após esta ter terminado.

    Calçada Romana

    Trecho de calçada romana, utilizada como antiga via medieval.

    Calçada da Presa

    Via de calçada antiga, utilizada ainda nos dias de hoje

    Fonte da Presa

    Fonte em granito com água de nascente.

    Ponte do Mondego

    Ponte de passagem sobre a ribeira de Mondego, construída em 1942, em curva de ambos os lados, devido à não danificação dos terrenos quer de um lado quer do outro, propriedades de pessoas “ricas” da época, que não autorizaram o corte dos seus terrenos

    Fonte do Ribeiro Escuro

    Fonte em granito com água de nascente.

    Arcas

    Área agrícola com predominância de olival e amendoal, sendo apelidada de “Africa” de Carviçais, pelo clima e fertilidade do solo.

    Ponte da Borratcha

    Passadiço de madeira sobre a ribeira que serve de passagem das Arcas para a Capela dos Anjos.

    Capela dos Anjos

    Construída por volta de 1970 pelos frades da congregação de S. Filipe de Nery, Oratorianos, do convento de Freixo de Espada à Cinta. A capela servia para praticar o culto e se recolherem as gentes quando vinham trabalhar os terrenos. A lenda associa a construção da antiga capela à antiga povoação de S. Cristóvão. Segundo a tradição oral quando os padres do convento de Freixo eram desterrados iam para a Quinta das Arcas. Os povos à volta aí acorriam à celebração das missas, mas quando a ribeira levava muita corrente viam-se impossibilitados de assistir à eucaristia. Assim, os frades pediram que se construísse a capela para cá da Ribeira, surgindo a capela de Nossa Senhora dos Anjos, de que atualmente só restam as paredes.

    Pia da Andorinha

    Fraga onde se forma uma pequena lagoa, proveniente de um pequeno ribeiro que corre entre as canadas, formando diversas quedas de água em cascata.
    • Fraga Resbalosa

      Fraga escorregadia onde outrora os miúdos da escola se deslocavam para ir escorregar.
    • Presa

      Zona de blocos graníticos de grande dimensão.
    • Fraga da Sineta

      Bloco granítico com uma cavidade perfurada para o seu interior, com cerca de 1m, onde ao colocar-se um pau e batendo, se ouve o som de uma sineta a tocar.
    • Chelindrão da Presa

      Monólito sui generis e de grande dimensão possuindo em redor um conjunto de blocos graníticos esféricos, circundantes e invulgares com covinhas singulares que imprimem ao local um sentimento misterioso e lendário. A lenda popular denominava-os de “5 penedos”.
    • Malgas da Presa

      Local onde se encontram covinhas singulares em bloco granítico, semelhantes a malgas. Conta a lenda que as concavidades de alguns monolíticos arredondados seriam “tigelas onde os mouros comiam”, acrescentado que o facto de estarem invertidas sugere “louça arrumada”, pois o bloco rodando, pôr-se-ia na posição adequada à refeição, volvendo-se de novo após esta ter terminado.
    • Calçada Romana

      Trecho de calçada romana, utilizada como antiga via medieval.
    • Calçada da Presa

      Via de calçada antiga, utilizada ainda nos dias de hoje
    • Fonte da Presa

      Fonte em granito com água de nascente.
    • Ponte do Mondego

      Ponte de passagem sobre a ribeira de Mondego, construída em 1942, em curva de ambos os lados, devido à não danificação dos terrenos quer de um lado quer do outro, propriedades de pessoas “ricas” da época, que não autorizaram o corte dos seus terrenos
    • Fonte do Ribeiro Escuro

      Fonte em granito com água de nascente.
    • Arcas

      Área agrícola com predominância de olival e amendoal, sendo apelidada de “Africa” de Carviçais, pelo clima e fertilidade do solo.
    • Ponte da Borratcha

      Passadiço de madeira sobre a ribeira que serve de passagem das Arcas para a Capela dos Anjos.
    • Capela dos Anjos

      Construída por volta de 1970 pelos frades da congregação de S. Filipe de Nery, Oratorianos, do convento de Freixo de Espada à Cinta. A capela servia para praticar o culto e se recolherem as gentes quando vinham trabalhar os terrenos. A lenda associa a construção da antiga capela à antiga povoação de S. Cristóvão. Segundo a tradição oral quando os padres do convento de Freixo eram desterrados iam para a Quinta das Arcas. Os povos à volta aí acorriam à celebração das missas, mas quando a ribeira levava muita corrente viam-se impossibilitados de assistir à eucaristia. Assim, os frades pediram que se construísse a capela para cá da Ribeira, surgindo a capela de Nossa Senhora dos Anjos, de que atualmente só restam as paredes.
    • Pia da Andorinha

      Fraga onde se forma uma pequena lagoa, proveniente de um pequeno ribeiro que corre entre as canadas, formando diversas quedas de água em cascata.

    • altimetria