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Feira Medieval

Feira Medieval de Torre de Moncorvo

A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo está a preparar mais uma edição da Feira Medieval nos dias 31 de Março, 1 e 2 de Abril, com o tema “D. Dinis – Ferro e Ferrarias no seu Tempo”.

Durante três dias a vila regressa ao reinado de D. Dinis (1279-1325). O monarca atribuiu a Torre de Moncorvo carta de foral, mandou-lhe construir cerca, concedeu-lhe carta de feira e outros privilégios, incentivando o povoamento e a exploração económica da região. A nível nacional fomentou todos os meios de riqueza nacional na extração da prata, estanho e ferro. Torre de Moncorvo não deve ter sido excepção, uma vez que possui a maior jazida de ferro da Europa.

No largo da ferraria, o negócio do ferro é o ponto alto destes dias. Aqui, podem ouvir-se as carroças a chiar, a ranger com as grandes cargas de minério, assim como o som das bigornas a forjar o ferro. Ao longo do dia serão visíveis alguns quadros fundamentais do ciclo do ferro como o transporte de minério, a britagem com maço e picalhão, a redução e fundição do ferro e o forjamento do mesmo. Neste espaço não faltarão vendedores e mercadores, a recriação de uma foia e uma estalagem que darão maior vivacidade a este mercado do ferro. Dentro deste tema realizar-se-á também uma procissão que percorrerá o espaço da feira com oferendas a Santa Bárbara, também conhecida como a padroeira dos mineiros. “Pelo Ferro Vivo, pelo Ferro Morro” e “ A Ferro e Fogo” são os espetáculos que se realizarão neste âmbito, no decorrer na Feira Medieval de Torre de Moncorvo.

Não faltará o tradicional mercado medieval, constituído por mais de 70 expositores, entre eles artesãos, místicos, artífices e tabernas, e as habituais recriações históricas que vão desde o cortejo do Rei e sua Corte, pelourinho, cantigas e trovas d’el Rei, treino de cavaleiros, celebração de esponsais, pracear das aves, campo de treino de pequenos guerreiros; espetáculos equestres e vários acampamentos. Destaque também para a animação de rua com mendigos, ciganas, magos, bobos da corte, malabaristas e cuspidores de fogo. Decorrerão também rixas entre grupos rivais, haverá saltimbancos e menestréis, trovas, folguedos, demonstração de armas e músicas e danças medievais.

Além da faceta mais boémia e lúdica que marcava a época medieval, nesta edição pretende-se dar a conhecer ao público o lado mais obscuro da Idade Média. Assim, serão espalhados pelo burgo gaiolas suspensas de ferro com prisioneiros, que cumprem desta forma a sua sentença pelos crimes cometidos.

À noite com a iluminação reduzida, serão ateados vários queimadores e o burgo viverá na penumbra que marcava esta época. Na viela da destilaria, rua escura e pouco asseada, pairam rameiras, que vendem o seu corpo, e larápios que despojam os transeuntes dos poucos pertences de que ainda dispõem. No bairro dos leprosos serão visíveis alguns doentes de lepra, discriminados e privados do convívio social por serem vistos como sinal de impureza ou pecado.

Convidamos a população em geral e as pessoas que nos visitam a participar nesta iniciativa, deixando-se levar pelo ambiente vivido dentro das portas desta vila medieval e entrando em plena idade média, fazendo compras nos mercadores e artesãos existentes, usufruindo das tabernas e locais de repasto e assistindo às várias recriações históricas. Destaque também para a animação de rua com mendigos, ciganas, magos, bobos da corte, malabaristas e cuspidores de fogo. Decorrerão também rixas entre grupos rivais, haverá saltimbancos e menestréis, trovas, folguedos, demonstração de armas e músicas e danças medievais.

Distingue-se das demais existentes no país devido à grande envolvência da população local, quer seja de associações ou instituições, sendo grande parte dos figurantes pessoas do concelho.

História

A primeira Feira Medieval aconteceu em 2011 pela mão do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, com o apoio do Município de Torre de Moncorvo. Inicialmente pensada para se realizar de dois em dois anos, a Feira Medieval volta a acontecer a 15 de Março de 2013, já com o envolvimento de outras entidades e com novas atividades.

Em 2014, a Feira Medieval passa a ser da responsabilidade do Município, que considera que a sua realização deve ser anual e alargada para três dias. Muitas foram as novidades introduzidas.

Em 2015, a Feira Medieval veio afirmar-se no panorama das feiras medievais do País, profissionalizando-se. Com o tema “Visita Régia de D. Dinis a Terras Transmontanas” faz-se toda a recriação desta visita com cortejos de chegada, de despedida, casamento medieval, julgamentos, conceções régias aos moradores de Moncorvo, audiência geral dos povos e justas e torneios.

Com o tema “D. Dinis, Poeta e Trovador”, em 2016 foram várias as recriações históricas e cantigas de amigo, escárnio e maldizer interpretadas no decorrer dos três dias.

A Feira Medieval de Torre de Moncorvo tem vindo a afirmar-se progressivamente, contando na edição de 2016 com mais de mil figurantes trajados a rigor e mais de 25 mil visitantes.

D. Dinis e Torre de Moncorvo

A figura central desta feira Medieval é D. Dinis, filho de Afonso III e de D. Beatriz de Castela aclamado rei, em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos.

Durante três dias, a Vila de Torre de Moncorvo irá respirar a Época Medieval, reatando, assim, um diálogo vivo com as memórias que nos chegam do ambiente vivido no espaço rural do séc. XIII.

Com as fronteiras definidas, D. Dinis deu continuidade a medidas importantes para afirmação da autoridade do rei, com a construção de castelos, o incentivo ao povoamento e à exploração económica de algumas regiões.

A cultura foi um dos seus interesses pessoais. D. Dinis não só apreciava literatura, como foi ele próprio um poeta notabilíssimo e um dos maiores e mais fecundos trovadores do seu tempo. Aos nossos dias chegaram 137 textos da sua autoria, distribuídas por todos os géneros (cantigas de Amor, cantigas de Amigo e cantigas de Escárnio e Maldizer).

D. Dinis teve sempre uma atenção especial para com o concelho de Torre de Moncorvo. Logo após a sua visita a Vila Velha de Santa Cruz da Vilariça em 1281, onde passou dois meses em terras transmontanas, percebeu a centralidade de Torre de Moncorvo e a sua importância na defesa contra as incursões espanholas, atribuindo-lhe foral em 1285 e mandando construir cerca, como refere documento de 1295. D. Dinis foi sempre incentivando o crescimento da vila, decidindo a seu favor em várias disputas com concelhos vizinhos e concedendo-lhe carta de feira em 1319.

Ferro e Ferrarias na Idade Média

Durante a idade média, sobre a extração do minério e trabalho do metal pouco se sabe, pois labotou-se muito nas minas, mas escreveu-se pouco sobre elas. Na idade média onde existisse um núcleo populacional havia um ferrador ou ferreiro, não quer isto dizer que em todos os lugares houvesse minas de ferro.

Em vários forais da época encontram-se referências e pagamentos em objetos de ferro que concluem a existência de metalurgia e de mineração, havendo outros em que as referências são mais explícitas, referindo a extração e a fundição.

As inquirições de 1220 e de 1258 testemunham o pagamento de derivados da atividade mineira e ferreira, como o imposto devido ao monarca ou à igreja. Com base nesse critério as referências apuradas permitem distinguir quatro grandes áreas no Norte de Portugal: Vila Nova de Famalicão/ Barcelos, em torno do Porto, a leste da Terra de Celorico e por toda a Terra de Panóias e por último à volta de Torre de Moncorvo.

Há várias referências diretas à extração e ao trabalho do ferro nos Coutos do Mosteiro de Alcobaça, uma das mais significativas explorações medievais.

Em 1282 D. Dinis outorga a Sancho Pires e aos seus associados uma autorização para explorarem jazidas de ferro com que topassem no reino.

As novas necessidades orientadas para a vida agrícola e para o comércio, na Idade Média, levaram a uma difusão da metalurgia do ferro a um ponto tal que nunca fora igualdado até então. Durante a idade média funcionaram ou instalaram-se algumas ferrarias sobre as quais pouco ou nada se conhece, a não ser, por vezes, a sua localização toponímica.

Em capítulos especiais de Torre de Moncorvo, eventualmente das Cortes de Lisboa de 1439, afirma-se que em aldeias do termo da vila se fazia ferro, que depois era trazido a Moncorvo e vendido no mercado semanal. Em Torre de Moncorvo estava banalizado o trabalho do ferro. No reinado de D. João III já haveria cerca de cinquenta forjas em atividade em Torre de Moncorvo.

 

Fontes:
A Actividade Mineira em Portugal Durante a Idade Média, por Luís Miguel Duarte
O Ferro de Moncorvo e o seu aproveitamento através dos tempos, Jorge Custódio e G. Monteiro de Barros

As Minas de Ferro de Torre de Moncorvo

Estima-se que o minério de ferro de Moncorvo foi explorado desde a época romana até final do séc. XVIII início do séc. XIX.

Depois da II Guerra Mundial volta a ser explorado, quando a empresa portuguesa Ferrominas desenvolve uma extração industrial chegando a empregar no auge dos trabalhos, em 1953, cerca de 1500 trabalhadores. A empresa foi criada em 1951 para explorar as reservas de ferro de Moncorvo, laborando em concessões arrendadas à Schnider e, posteriormente, em concessões alemãs.

A Ferrominas teve o seu período áureo entre 1955 e 1960, sendo todo o minério exportado através do Porto de Leixões. Na segunda metade dos anos 60 A. Champalimaud adquire uma participação na Ferrominas tendo em vista o controlo das reservas do minério de Moncorvo, vindo a empresa a ser nacionalizada posteriormente em 1975. Nos inícios da década de 80 é anunciado o Projecto Mineiro de Moncorvo que visava uma exploração em grande escala, com tratamento do minério no local e o melhoramento do transporte. No entanto, em 1986 depois de vários estudos técnicos e económicos os novos responsáveis políticos acabaram por desistir do Projeto Mineiro de Moncorvo.

Em 1986 dá-se a fusão entre a Ferrominas, EP e a Empresa do Desenvolvimento Mineiro do Alentejo, EP (EDMA), criando-se assim a Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM). Em 1991 as concessões pertencentes à empresa EDM são extintas, visto a mina se encontrar abandonada

Programa

Dia 31 de Março de 2017
Sexta-feira

Cortejo do Rei e sua corte em terras transmontanas
(Largo da Corredoura, percorrendo a R. dos Palheiros; Escadas do Baldoeiro; Praça Francisco Meireles e Castelo).
No Largo da Corredoura, os homens bons e povo, recebem El-Rei D. Dinis. No cortejo estão presentes os três estados – Nobreza, Clero e Povo.
Praça Francisco Meireles
10.00H

Concessões régias aos moradores de Torre de Moncorvo
Em 1284/1285 concede feira a Torre de Moncorvo, alargando o período desta por um mês consecutivo de 1319.
Após a atribuição de carta de foral, D. Dinis, ordena por carta em 1295, que se mande edificar a cerca defensiva à vila.
Praça Francisco Meireles
10.00H

Abertura do Mercado
Meirinho e Homem da Vara passam revista aos Tendeiros e Mercadores
Largo General Claudino
10.00H

Treino dos Cavaleiros
El-Rei e a sua corte são brindados com treinos e atividades de perícia dos nobres militarizados, destacando-se a cavalaria, que tinha uma posição de realce no Reino. Preparavam-se desde a infância para serem guerreiros eficientes, leais e corajosos.
Praça Francisco Meireles
10.15 H

Cortejo Real
Em cortejo, o Rei e a sua corte percorre a feira em direção ao Largo General Claudino sendo aclamados pelos mercadores e povo do burgo.
10.30 H

Musica e Danças no terreiro ao som das gaitas e tambores do Agrupamento de Escolas Afonso III de Vinhais
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
11.00 H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Curinga
Praça Francisco Meireles
11.30H

Pracear das aves
Como prática de sociabilização da ave, mestre falcoeiro leva a sua ave à praça, possibilitando-lhe o contacto com as gentes para que esta a elas se habitue.
Largo General Claudino
11.30H

Festa no terreiro com danças, malabaristas e acrobatas da Escola Tenente Coronel Adão Carrapatoso de Vila Nova de Foz Côa
Largo General Claudino
11.30 H

Festa no Terreiro ao som das gaitas e tambores da E. B. Miranda do Douro
Praça Francisco António Meireles
12.00 H

Danças no terreiro do Externato Secundário de Soito
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
12.00 H

Jantar da corte e povo nas Tabernas do Burgo
O repasto era um dos momentos, por excelência, de convívio nos tempos medievais. Aqui poderá experimentar os sabores da época.
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Roleses
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Festa no terreiro com danças e música ao som das gaitas e tambores do Colégio de Vezdemarbán
Largo General Claudino
12.30 H

Festa no terreiro com danças e música ao som das gaitas e tambores do IES Ramos del Manzano de Vitigudino
Praça Francisco António Meireles
12.30 H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores das Las Çarandas
Largo do Sagrado Coração de Jesus
13.00H

Poemas, Trovas e Danças no terreiro da EB 1 de Freixo de Espada à Cinta
Praça Francisco António Meireles
13.00H

Danças Orientais do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado de Torre de Moncorvo
Largo General Claudino
13.00H

Malabarismos e Acrobacias do Centro Escolar Visconde Vila Maior de Torre de Moncorvo
Largo General Claudino
13.30H

Chegada dos Grupos de Armas. Torneio a Cavalo. Rixas entre Hostes e tomadas de posição
Praça Francisco António Meireles
14.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Roleses
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
14.00H

Musica e Danças no terreiro ao som das gaitas e tambores do CEIP El Tera de Camarzana de Tera
Largo do Sagrado Coração de Jesus
14.00H

Musica no terreiro com a EB de Palaçoulo
Largo General Claudino
14.00H

Recriação de ofícios tradicionais do Agrupamento de Escolas de Vimioso
Largo General Claudino
14.30H

Musica, Danças, malabarismos e acrobacias no terreiro do IES Los Valles de Camerzana de Tera
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
14.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores da EB de Sendim
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
15.00H

Danças Medievais do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado de Torre de Moncorvo
Largo General Claudino
15.00H

Atelier "Cetraria - a nobre arte da caça"
Neste atelier participarão até 10 inscritos que irão aprender a identificar as aves, um pouco da história da Cetraria, dando relevância ao período medieval e algumas noções de treino e manuseamento de aves de caça.
Largo General Claudino
16.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Sons da Suévia
Largo General Claudino
16.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia
Praça Francisco Meireles
17.00H

Voo livre pelas ruas de Torre de Moncorvo
Demonstração de voo participado onde se possibilitará aos participantes do atelier chamar a ave ao seu punho numa prática ancestral em que a ave voará em completa liberdade de ação, visando desenvolver-lhe massa muscular e capacidade de voo para uma melhor prestação em caça.
Largo General Claudino
17.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Curinga
Largo General Claudino
18.00H

Ceia da corte e povo nas Tabernas do Burgo
O repasto era um dos momentos, por excelência, de convívio nos tempos medievais. Aqui poderá experimentar os sabores da época.
Largo do Sagrado Coração de Jesus
20.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia e Las Çarandas
Largo do Sagrado Coração de Jesus
20.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Sons da Suévia
Praça Francisco Meireles
21.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Roleses
Largo General Claudino
21.00H

ESPETÁCULO “A FERRO E FOGO”
…O Ferreiro aquece o ferro para moldar…as chamas da forja ganham vida e iluminam a esperança das gentes que trabalham, dançam e veneram o poder do fogo.
Com objetos diversos que seguram e transportam as chamas, a dança, a acrobacia e o malabarismo balançam entre o risco e a poesia.
Praça Francisco Meireles
22.00H

Recolher de D. Dinis aos seus aposentos
Festa e Folgança nas Tabernas ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia, Sons da Suévia e Curinga
Largo do Sagrado Coração de Jesus
23.00H

1 de Abril de 2017
SÁBADO


Abertura do Mercado
Meirinho e Homem da Vara passam revista aos Tendeiros e Mercadores
Praça Francisco Meireles
10.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores das Las Çarandas
Largo General Claudino
10.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Albaluna
Praça Francisco Meireles
10.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Roleses
Campo de Treino de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
11.00H

Pracear das aves
Como prática de sociabilização da ave, mestre falcoeiro leva a sua ave à praça, possibilitando-lhe o contacto com as gentes para que esta a elas se habitue.
Largo General Claudino
11.00H

Teatro em Caixa (teatro de marionetas)
Largo General Claudino
12.00H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Praça Francisco António Meireles
12.00H

Jantar da corte e povo nas Tabernas do Burgo
O repasto era um dos momentos, por excelência, de convívio nos tempos medievais. Aqui poderá experimentar os sabores da época.
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Voo livre de aves, na área das tascas (para animação dos comensais)
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia e Curinga
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Sons da Suévia
Largo General Claudino
13.30H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Praça Francisco António Meireles
14.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores da Associação Artística e Cultural Salatina
Largo General Claudino
14.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Curinga
Campo de Treino de Pequenos Cavaleiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
15.00H

Atelier "Cetraria - a nobre arte da caça"
Neste atelier participarão até 10 inscritos que irão aprender a identificar as aves, um pouco da história da Cetraria, dando relevância ao período medieval e algumas noções de treino e manuseamento de aves de caça.
Largo General Claudino
15.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Albaluna
Praça Francisco António Meireles
15.00H

Teatro em Caixa (Teatro de marionetas)
Largo General Claudino
15.30H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Porta da Traição
16.00H

Casamento Real
Celebração dos Esponsais de D. Dinis com D. Isabel de Aragão
Igreja da Misericórdia para o adro da Igreja Matriz
Rua da Misericórdia / Largo General Claudino
16.30H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Campo de Treino de Pequenos Cavaleiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
17.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia
Praça Francisco António Meireles
17.30H

Voo livre pelas ruas de Torre de Moncorvo (demonstração de voo participado onde se possibilitará aos participantes do atelier chamar a ave ao seu punho numa prática ancestral em que a ave voará em completa liberdade de ação, visando desenvolver-lhe massa muscular e capacidade de voo para uma melhor prestação em caça)
Largo General Claudino
17.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Albaluna
Praça Francisco Meireles
18.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Roleses
Largo General Claudino
18.45H

Ceia da corte e povo nas Tabernas do Burgo
O repasto era um dos momentos, por excelência, de convívio nos tempos medievais. Aqui poderá experimentar os sabores da época.
Largo do Sagrado Coração de Jesus
20.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores das Las Çarandas e Sons da Suévia
Largo do Sagrado Coração de Jesus
20.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Roleses
Largo General Claudino
20.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores dos Curinga
Praça Francisco Meireles
21.00H

Espetáculo “PELO FERRO VIVO, PELO FERRO MORRO”
Baseado no quotidiano familiar das ferrarias, uma história de amor vai dividir o coração do público. A formosa filha do alcaide é prometida desde tenra idade a um burguês abastado que não tem amor no seu âmago, apenas a ganância ocupa o seu mundo cruel.
O amor não escolhe, o amor apaixona-se e o rapaz aprendiz não a escolheu, foi o seu encanto que o levou a desafiar a morte por esta donzela. O seu pai e o seu futuro marido mal desconfiam do que o amor é capaz. O final, esse pode ter varias consequências que apenas se resumem a viver ou morrer…
Praça Francisco Meireles
22.00H

Recolher de D. Dinis aos seus aposentos
Festa e Folgança nas Tabernas ao som das gaitas e tambores dos Strella do Dia
Largo do Sagrado Coração de Jesus
23.00H

ESPECTÁCULO “RITUAL DO SACRIFICIO”
Largo do Sagrado Coração de Jesus
23.30H

Festa e Folgança nas Tabernas ao som das gaitas e tambores dos Albaluna, Strella do Dia e Las Çarandas
Largo do Sagrado Coração de Jesus
00.00H

2 de Abril de 2017
DOMINGO

Abertura do Mercado
Meirinho e Homem da Vara passam revista aos Tendeiros e Mercadores
Praça Francisco Meireles
10.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Roleses
Largo General Claudino
10.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Curinga
Praça Francisco Meireles
10.00H

Pracear das aves
Como prática de sociabilização da ave, mestre falcoeiro leva a sua ave à praça, possibilitando-lhe o contacto com as gentes para que esta a elas se habitue.
Largo General Claudino
11.00H

Abertura do Mercado
Meirinho e Homem da Vara passam revista aos Tendeiros e Mercadores
Largo General Claudino
11.00H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Praça Francisco António Meireles
11.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores das Las Çarandas
Praça Francisco António Meireles
12.00H

Teatro em Caixa (teatro de marionetas)
Largo General Claudino
12.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Roleses
Campo de Treinos de Pequenos Guerreiros
Jardim Dr. Horácio de Sousa
12.00H

Jantar da corte e povo nas Tabernas do Burgo
O repasto era um dos momentos, por excelência, de convívio nos tempos medievais. Aqui poderá experimentar os sabores da época.
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Albaluna e Strella do Dia
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.00H

Voo livre de aves, na área das tascas (para animação dos comensais)
Largo do Sagrado Coração de Jesus
12.30H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores Sons da Suévia
Praça Francisco Meireles
13.30H

Carroça das Pantominices – Teatro em Caixa (teatro de marionetas)
Largo General Claudino
14.00H

Torneio de D’armas a cavalo em preito de vassalagem a El Rei D. Dinis
Praça Francisco António Meireles
15.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Curinga
Largo General Claudino
15.00H

Atelier "Cetraria - a nobre arte da caça"
Neste atelier participarão até 10 inscritos que irão aprender a identificar as aves, um pouco da história da Cetraria, dando relevância ao período medieval e algumas noções de treino e manuseamento de aves de caça.
Largo General Claudino
15.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e tambores das Las Çarandas
Campo de Treinos de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
15.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Strella do Dia
Largo General Claudino
16.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Albaluna
Praça Francisco António Meireles
16.00H

Pelourinho
O pelourinho é o local por excelência onde se executa a justiça, com a aplicação de penas muito diversificadas, exceto a condenação à morte. É igualmente junto ao pelourinho que geralmente se leem as posturas e se efetuam as arrematações e arrendamentos de bens.
Praça Francisco António Meireles
17.00H

Festa no terreiro ao som das gaitas e dos tambores dos Sons da Suévia
Largo General Claudino
17.00H

Voo livre pelas ruas de Torre de Moncorvo
Demonstração de voo participado onde se possibilitará aos participantes do atelier chamar a ave ao seu punho numa prática ancestral em que a ave voará em completa liberdade de ação, visando desenvolver-lhe massa muscular e capacidade de voo para uma melhor prestação em caça.
Largo General Claudino
17.00H

Danças no Terreiro com as Damas d’El Rey
Campo de Treinos de Pequenos Guerreiros (Espaço Infantil)
Jardim Dr. Horácio de Sousa
17.00H

Eucaristia a Santa Bárbara
Largo General Claudino
17.30H

Cortejo de Santa Bárbara
A componente religiosa é um dos aspetos presentes na vida social medieval. O culto que vamos prestar será singelo e sóbrio, apenas uma missa com a comunhão do pão e do vinho seguido de uma procissão que percorre o espaço da feira e para finalizar oferendas à Santa Bárbara.
Largo General Claudino
18.00H

Entrega de Oferendas a Santa Bárbara
Praça Francisco António Meireles
18.30H

Encerramento da Feira Medieval
19.00H

Documentação